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 Fabiana Knolseisen, 16/12/2017

Os vinhos nada loucos ou “difíceis de entender”: agradam ao paladar tradicional e agregam uma pitada de originalidade nas linhas premium. O único vinho da Valmarino que eu conhecia já era um dos meus brasileiros preferidos, mas quando eu fui ver o que acontece por trás das cortinas…

Além de conhecer outras criações interessantes do Marco Antônio Salton conheci também um pouco da sua filosofia original – desde o manejo do vinhedo à técnica de colheita e à vinificação pelo método Ganimede. Dá pra conferir um pouco dessa originalidade nesse programa que, não à toa, foi batizado de #SQN.

De porte médio, com produção anual de cerca de 200 mil garrafas e mais de 10 variedades de uva cultivadas em 16ha no coração da produção gaúcha de espumantes, em Pinto Bandeira. Seu vinho mais famoso é provavelmente o suculento cabernet franc, lançado apenas nos bons anos com etiqueta comemorativa do aniversário de fundação: a edição de 2017 leva o nome XX pelos 20 anos de trabalho.

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Vinhos destacados e originais

A Valmarino produz vinho para todos os bolsos e ocasiões – desde as linhas bag in box, reserva a super premium. Descrevo aqui meus destaques, já comentados no SV#34:

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Extra Brut Tinto: obter um espumante tinto é um desafio – a reunião de acidez, taninos e gás carbônico (todos agressivos ao paladar) pode ser explosiva. E esse é, de fato, um vinho ousado! Corte 50/50 de Pinot Noir e Sangiovese, maceradas com as cascas por 5 dias a 20 graus Celcius, produção pelo método tradicional e 5g/L de açúcar residual pra “dar uma amaciada” mas que quase nem se nota. Harmonização perfeita para pratos gordurosos como costela ou feijoada.

 

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Cabernet Franc: suculento e carnudo – mais parecido com um chileno que com seus conterrâneos na mesma faixa de preço. Preserva as marcas registradas da variedade (especiarias e frutas negras) bem integradas à madeira de tostado forte, marca registrada na linha premium da vinícola. Sou suspeita pra falar do meu vinho brazuca preferido…

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Espumante Extra Brut Valmarino & Churchill: corte tradicional de 90% chardonnay e 10% pinot noir, a originalidade aqui fica por conta da fermentação e maturação de 14 meses em barricas de tostado médio mais 12 meses sur lie. O resultado é um espumante delicado e marcante, perfeito para acompanhar um salmão ao molho de limão.

Esses são meus destaques. Confira na página da vinícola todo o portfólio oferecido, desde a linha bag in box, varietal, reserva e o super premium Reserva da Família >>

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Simples Vinho por Taça

        • Não é necessário agendar para fazer as degustações, que acontecem em horário comercial
        • Bom de comprar: os preços na vinícola são melhores que os do site
        • Vale provar o vinho do bag inbox e, gostando, levar pra casa: a durabilidade após aberto é bem maior que a dos vinhos de garrafa e o preço, a metade!
        • A Valmarino fica em Pinto Bandeira. Dá pra aproveitar a “pernada” e visitar também a Geisse (mas é tão pertinho do Vale dos Vinhedos que nem precisa se planejar muito)
        • Aproveite conferir o “dedinho de prosa” que eu gravei com o Marco Antônio e ouça diretamente dele as explicações sobre suas técnicas e filosofias originais aqui

A data é complicada – final de ano as agendas ficam cheias – mas resolvi tentar. Está pré-marcado para dia 20/12/2017 e o tema serão vinhos brancos e rosados, para combinar com o verão. Se não juntar gente suficiente, remarcamos para 2018.

 

Será uma ótima oportunidade para comparar varietais diretamente e treinar o paladar numa degustação às cegas. Qual será o vinho que melhor combina com o verão ?

 

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Quando: 4a feira 20/12 às 21hs (tentativa)

Onde: Forno da Vila na rua Capitão Macedo, 552 – Vila Mariana, São Paulo – SP

Vinhos e picadas: serão 4 vinhos ainda não definidos harmonizados com as famosas pizzas do Forno da Vila.

Participantes: 12 pessoas.

Para mais informações e reservas entre em contato pelo site, redes sociais ou (11) 93146-5215.

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                                           Fabiana Knolseisen, 23/11/2017

Basicamente, é só reunir um povo com interesses comuns – no caso, vinhos. Pode ser simples assim, mas também dá pra sofisticar ao infinito! Eu comento algumas possibilidades e dicas no programa SV#33 e deixo um check list aqui. Você escolhe se prefere ler ou ouvir (ou os dois!).

Operacionalização:

  • Quantidade de confrades/confreiras: no nível profissa (só para degustar mesmo), calcule 1 garrafa para 12 (ideal: dá 60ml/pessoa) a 20 pessoas (máximo: dá uns 35ml/pessoa). Se for rolar jantar e bate papo depois (nível enófilo), recomendo 6 pessoas (calcule meia garrafa/pessoa).
  • Quantidade de vinhos: nem vou comentar o nível profissa! No nível enófilo, de 2 a 4 rótulos já está excelente (lembre do cálculo da meia garrafa/pessoa).
  • Apetrechos: vale investir numas taças legais. Além de estar cientificamente comprovado que o formato da taça favorece a apreciação de aromas, as taças complementam a enriquecem o prazer da degustação. Pode ser de vidro (mas quanto mais fino, melhor) e de um único modelo (lembre-se que os profissionais degustam TODOS os vinhos num único tipo padronizado de taça, mas se quiser conferir qual o modelo de taça recomendado para cada tipo de vinho, clique aqui >>). Vale combinar para cada confrade levar sua taça.
  • Olho na temperatura! Imprescindível provar os vinhos na temperatura correta. Neste ponto, a única simplificação aceitável é dispensar o termômetro e, na dúvida, servir o vinho mais frio que o ideal e aquecê-lo na taça.
  • Disciplina! ok, a vida é corrida e complicada e talvez não seja possível assumir o compromisso de se reunir 1 vez por semana, mas quando a vida permitir e a reunião acontecer, dediquem-se! Tomem o tempo para fazer a degustação de forma séria, tomar notas e compará-las. Relembre como degustar vinhos neste programa.

Confira a taça certa para cada vinho nesta ilustração:

Não descuide da temperatura! Confira aqui:

 

 

Organização:

  • Nível enófilo ultra simples: considerando 6 pessoas, cada 2 levam um rótulo. Nesses casos mais “livres”, vale combinar faixa de preço para garantir vinhos equivalentes (especialmente pensando no jantar depois da degustação!).
  • Nível enófilo anfitrião: um ou 2 confrades se encarregam da curadoria do encontro (veja sugestões de temas a seguir). Essa é uma organização legal porque permite que a) o anfitrião estude e se aprofunde no tema a ser explorado (que pode ser de sua própria escolha) e b) os demais confrades façam as degustações às cegas (altamente recomendado por aguçar os sentidos e minimizar subjetividades e preconceitos)

Dicas de temas:

É importante provar os vinhos obedecendo à ordem de corpo – do mais leve para o mais encorpado. Defina a ordem em que os vinhos serão degustados conforme sugerido nesse diagrama.
  • Por cor: recomendado para treinar os sentidos na identificação de cepas. Se for a noite dos brancos, pode-se escolher representantes varietais de sauvignon blanc, torrontés e chardonnay; se a noite for dos tintos, tenha representantes de pinot noir, carmenere ou malbec e cabernet sauvignon. Confira esses programas com as confrarias de brancos e tintos. Super legal fazer às cegas e se desafiar a descobrir as cepas!
  • Explorando a qualidade: essa foi uma experiência legal que fizemos aqui no blog. Escolhemos um único produtor e comparamos as características organolépticas de seus vinhos em ordem crescente de qualidade. Confira o programa com essa degustação.
  • Explorando o terroir: para quem já se sente à vontade com alguns varietais começar a explorar a influência do terroir. Esse tema vai desafiar o curador a encontrar vinhos representativos (e economicamente viáveis) para cada cepa. Vai ser divertido comparar às cegas um sauvignon blanc do Chile, um da Nova Zelândia e um de Sancerre, por exemplo; ou um pinot noir argentino da Patagônia x Mendoza (e se der para incluir um da Borgonha nessa noite, vai ser um luxo!).
  • Harmonizando: outra ideia legal que já testamos aqui no blog! Escolha um branco, um rosé e um tinto (ou apenas brancos e rosés, ou apenas tintos) e prove-os com queijo amarelo, queijo de cabra, um peixe e uma carne (por exemplo – as combinações são infinitas!) para conferir na prática o que funciona ou não. Confira a nossa degustação (e as explicações sobre harmonização) neste programa.

Fabiana Knolseisen, 16/11/2017

Dona do único syrah no Vale dos Vinhedos, a Almaúnica é um investimento moderno (2008) mas de gente com larga tradição no Vale: os irmãos Magda e Márcio Brandelli, filhos de Laurindo Brandelli, proprietário da Don Laurindo. A proposta dos irmãos é concentrar-se na produção de vinhos finos, de boutique e obtidos exclusivamente a partir do mosto flor (aquele obtido quase sem espremer a uva), com barricas de no máximo 3 usos.

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A visita é uma aula de enologia do jeitinho que eu aprendi na escola. Quem não puder ir pode ter um gostinho neste programa. mas quem puder, não deixe de visitar: além da aula e dos vinhos caprichados, o equipamento é todo novinho, de primeira e o local super agradável. Até o final de 2018 já deve entrar em operação o restaurante com vista para o pôr-do-sol.

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Vinhos destacados:

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Quatro Castas 2014 (linha Super Premium): esse sim, provei, gostei, comprei e trouxe pra casa! Saía R$105 (em julho/2017). Composto por merlot, malbec, cabernet sauvignon e, claro, syrah, a passagem de 25 meses por carvalho americano e francês está muito bem integrada. Os aromas são bem especiados e remetem a fruta vermelha. Em boca é um vinho carnudo (13,5% de álcool), profundo, multidimensional, de longa persistência mas com taninos muito redondos, nada agressivos. Muito boa pedida!

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Syrah 2014 (linha Reserva): 20 meses de passagem por barricas muito bem integrados ao vinho – uma característica dos tintos da Almaúnica. Aromas especiados e notas de canela, côco e baunilha, corpo médio e acidez média+. Por R$85.

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Chardonnay 2016 (linha Super Premium): foi meu preferido! Bem concentrado, corpo cremoso mas acidez nítida, realçada pela mineralidade, aromas cítricos e a notável madeira, fruto dos 16 meses em barricas: pêssego, abacaxi, cravo, baunilha. Por R$85 é perfeito para acompanhar um salmão al limone.

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Simples Vinho por Taça

        • Não é necessário agendar para fazer as degustações, que acontecem em horário comercial (fecha para almoço durante a semana)
        • As visitas guiadas têm horário fixo. Consulte >>
        • Não degustei os 2 ultra premium da casa, mas cito aqui como referência: são o Syrah 8 anos (safra 2013, 24 meses em carvalho, apenas 2.150 garrafas produzidas – todas numeradas) e o Parte 2 (safra 2012, merlot D.O. Vale dos Vinhedos – com 15% de cabernet sauvignon –  e 30 meses em barricas francesas novas).
        • Também provei, da linha reserva, o cabernet sauvignon, o malbec e o merlot D.O.. Me chamou muito a atenção a acidez do Malbec, diferenciando-o dos argentinos aos quais estamos tão acostumados e distinguindo o terroir brasileiro. É uma prova interessante!
Vinhos Casa Verrone – degustação na Epamig
Fabiana Knolseisen, 08/11/2017.

Talvez tenha te passado despercebido, mas não devia. Apesar de grande parte da atenção da mídia, especializada ou não, estar badalando a (nem tão nova) técnica da dupla poda, a Casa Verrone seguia sendo pouco conhecida pelos apreciadores de vinhos. Isso vem mudando com velocidade impressionante graças às premiações que a vinícola paulista vem coletando (Chardonnay Speciale 2015 foi o melhor chardonnay na Grande Prova Vinhos do Brasil 2016 e o Syrah Speciale 2015 o melhor tinto brasileiro na Expovinis 2017). A parte chata desse merecido reconhecimento é que os vinhos, de produção limitadíssima, vêm se esgotando rapidamente e os preços, consequentemente, subindo.

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Com sede em São José do Rio Pardo e vinhedos em Itobi, o projeto nasceu do encantamento de Márcio Verrone com o mundo dos vinhos e produziu seu primeiro “fruto” em 2010 com o apoio da Epamig. Para saber mais sobre a dupla poda e os vinhos de inverno, confira o SV#25.

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Ainda não há estrutura turística, mas os vinhos podem ser adquiridos diretamente com a vinícola ou algumas poucas lojas (encontre com o wine-searcher) e restaurantes.  Eu fiz questão de trazer o espumante Brut pra Confraria#002 e foi um super sucesso! Pessoal se organizou e comprou 3 caixas! Confira no SV#24 e nas minhas notas de degustação:

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  • Brut, Casa Verrone: corte típico dos champanhes, com chardonnay (75%) e pinot noir (25%) colhidas no ciclo normal (não é dupla poda!) num vinhedo localizado em Divinolândia, esse Brut ultra cremoso, fruto dos 2 anos sur lie. Os 9,5g/l de açúcar residual perfeitamente balanceados pela acidez tensa, borbulhas ultra finas, abundantes e persistentes. Um achado na faixa de R$50! – e Paulista, meu!!!
  • Speciale Syrah 2015, Casa Verrone: Eleito melhor tinto brazuca na Expovinis 2017, este vinho de inverno mostra aromas de amoras e especiarias, na boca é elegante e bastante picante, com passagem marcante mas não agressiva. Acompanharia muito bem uma picanha suína na mostarda.
  • Sauvignon Blanc 2016, Casa Verrone: assim como o syrah, o sauvignon blanc vem produzindo ótimos vinhos de inverno na serra paulista. Este aqui não decepciona: com acidez média e aromas cítricos e de maracujá.
  • Rosé Syrah 2016, Casa Verrone: Esse rosé eu provei recém engarrafado – na foto dá pra ver que nem tinha rótulo ainda! O aroma adocicado engana: é bastante gastronômico, com acidez média alta e até um pouco tânico. Eu acompanharia um filé de St. Peter a belle meunière.

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Simples Vinho por Taça

  • Vale tentar comprar direto com a vinícola. A partir de 1 caixa já dá pra chorar um frete grátis >>
  • Eu explico a dupla poda e falo das vinícolas e vinhos paulistas no SV#25. Vale conferir!

                                          

São 12 perguntas sobre os vinhos doces e divinos apresentados e comentados no SV#23. Será que você alcança o Nível Aszú Eszencia ? Boa sorte !

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1/12. Botritis também é conhecida como:

2/12. Assinale o intruso:

3/12. Puttonyos são usados para indicar o nível de doçura nos Tokaji. O que são puttonios ?

4/12 Um tipo de vinho raro, caro, feito com uvas colhidas congeladas nos vinhedos é:

5/12. Petit Manseng e Gros Manseng são as principais uvas de qual famoso vinho doce ?

6/12. Este vinho, feito no nordeste da Itália a partir de uvas passificadas de uma única variedade, leva o nome da varietal que o compõe:

7/12. Este vinho fortificado tem cerca de 20% de álcool

8/12. É correto afirmar que os vinhos classificados como Jerez:

9/12. A técnica de condução desenvolvida na ilha grega Santorini que trança as parreiras num formato de cesto para proteger as uvas do clima chama-se

10/12. O vinho doce produzido na África do Sul e que dizem ter sido o último desejo de Napoleão em seu leito de morte é:

11/12. Sobre a uva Vidal, é incorreto afirmar:

12/12. Identifique o intruso:

Fabiana Knolseisen, 23/10/2017

Quem visita o Vale dos Vinhedos chega aqui atrás dos vinhos, gastronomia e lindas paisagens. Visitar as vinícolas é obrigatório, tanto para conhecer seu produtor preferido como para escolher umas garrafinhas para abastecer a adega em casa. Como é inviável ir a todas, eu tive que dar um jeitinho para trazer para casa uma amostra variada com bons  preços e mais: aberto aos sábados!

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Sim, isso quase se transformou num trauma quando eu me vi na sexta-feira à noite, me organizando para a volta no dia seguinte, e descobri que NÃO HAVIA LOJAS DE VINHOS EM BENTO GONÇALVES QUE ABRISSE SÁBADO! Quem me deu a dica foi o pessoal do hotel e estou aqui compartilhando.

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O Del Filippi é um restaurante e fica na RS470, na saída de Beto Gonçalves e caminho de volta a Porto Alegre. Não tem tudo, claro, mas tem os maiores a ótimos preços. Aliás, os preços dos vinhos nos restaurantes de Bento me fizeram considerar seriamente a possibilidade de morar lá: praticamente os mesmos preços que a gente paga nas vinícolas – i.e., mais barato que muita loja de São Paulo e até de Porto Alegre! Eu ganhei desconto de 15% no preço do menu, então deve ter saído quase igual a ter comprado na vinícola.

 


Simples Vinho por Taça

  • Nem pense em deixar pra comprar vinho na loja do aeroporto: tem boa variedade, mas os preços são piores que os daqui de São Paulo! Por exemplo, o Syrah Reserva Almaúnica, que custa R$80 reais na vinícola sai a inacreditáveis R$140 no aeroporto!
  • Como é um restaurante, você sabe que os vinhos estão bem armazenados. Acho mais confiável que supermercado (que além de tudo tem variedade sofrível).
  • Tecnicamente, o restaurante está fechado no sábado de manhã, mas eu cheguei umas 10h30 e fui entrando sem nenhum problema. O pessoal já está a todo vapor trabalhando.
  • Se preferir, entre em contato com eles antes >>
  • No restaurante eles embalaram meus vinhos em caixas e fecharam com fita adesiva, mas no aeroporto eu tive que embalar as caixas para despachar (para que eventuais quebras não manchassem todas as malas do avião). As minhas caixas eu embalei num saco de lixo que a faxineira me conseguiu! Aquele pessoal que embala mala com plástico cobra R$60/caixa!
Ezequiel and his team helping customers at Sol Y Vino
Fabiana Knolseisen, 22/09/2017

A real jewel at Mendoza’s touristic area: great prices, large array of options (even from Patagonia) to choose from and the most helpful and knowledgeable team to help us take home the perfect selection of Argentinean wines. Folks at Sol y Vino love wine, speak English, will take your wines to your hotel and Ezequiel, the owner, also promised a special gift for Simples Vinhos listeners. Also, check out the podcast where I give more tips on Mendoza (in construction).

Note: I have just started translating my posts on Mendoza to English. It may take a while but you can email me at fabiana.knolseisen@simplesvinho.com if you are in a hurry. Enjoy it!


Simples Vinho by Glass

  • It can be really torturing having to choose what wines bring home when facing such a large variety of options. Rely heavily on/ explore profesionals’ expertise
  • Remember it will be hard for them to guess what wines will make you happy. You must help them by trying to tell objectively what you like and what you are looking for: is it a super ripen malbec full of oak notes or a younger with lot of nerve lighter one?
  • Shop opens every day from 10am to 9pm – sometimes later. They deliver free of charge on hotels in the city area and special wrap it for air traveling.
  • They always have some wines for tasting – check out on FB what is featuring when you are there.
  • Guys may also help you choose what wineries to visit according to your interests (and have a great free map with location of main wineries).
  • Remember to ask your gift to Ezequiel!

Há tempos eu namorava essa ideia de uma confraria Supernatural e, para comemorar 1 ano do programa no ar, consegui – com muito apoio – reunir alguns dos vinhos mencionados no SV#18.

A primeira definição tinha quer ser Eggo Franco, da Zorzal. Eu fazia questão em apresentar para vocês pelo menos 1 Michelini, e esse aqui foi escolhido pelo próprio Juampi Michelini, que deu uma forcinha junto à importadora Grand Cru para apoiar nosso evento. É um 100% cabernet franc “muy educativo”.

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A Winebrands também nos apoiou. Além do malbec The Apple Doesn´t Fall Far From The Tree, do Riccitelli, para a degustação, ofereceu desconto pra quem se apaixonou e quis levar pra casa.

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Eu e Matías Riccitelli brincando de reproduzir a famosa foto do trasvase de vinhos

Juampi Michelini em um dos ovos de cimento da Zorzal – Foto: areadelvino.com
Pablo Fallabrino explicando seu Ripasso em minha primeira visita ao Viñedo de los Viientos

Diretamente do Uruguai chegou nosso Unum, cortesia da Bodega Chiappella e da colega e sommelière Anto De Ambroggi, que fez a gentileza de nos trazer, pessoalmente, esse vinho ainda sem importador por aqui. É um co-fermentado das 7 variedades plantadas pela bodega, cheio de significados e simbolismos que eu comentei neste post.

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Também uruguaio, o Ripasso de Tannat da Viñedo de los Vientos completa o grupo. Trata-se de um vinho inspirado no Ripasso dela Valpolicella, em que as cascas das uvas utilizadas na produção de Amarone ou Recioto são “repassadas” para fornecer cores e taninos adicionais a um vinho valpolicella. O toque supernatural fica por conta da uva escolhida: a tannat, emblemática do Uruguai. Para provar o Angel´s Cuvee na degustação, contamos com o apoio da Wine, a importadora brasileira.

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E como já vem sendo tradição nas Confrarias, tivemos um vinho surpresa. Foi com o apoio da Vinícola Valmarino que provamos o Extra Brut Tinto – Supernatural por ser um espumante tinto e ainda com a uva italiana sangiovese, num corte 50/50 com a tradicional pinot noir. mas inspirados nos portugueses da Bairrada e Távora-Varosa. Lá eles acompanham o famoso Segredo de Porco Preto. Por aqui o desafio é encarar uma feijoada – será?

 

Confira o programa >>

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Juampi Michelini e eu #supertiete

Detalhes:

Quando: 4a feira 30/08/2017 às 20hs
Quanto: R$80,00 (50% na confirmação e 50% na hora)
Onde: Forno da Vila (parceirão!)
Degustação: 4 vinhos diferentões, ao estilo Supernatural.
Jantar: como sempre, depois da degustação rola uma pizza e boas conversas
Participantes: 12 pessoas
Reservas: falem comigo por aqui, pelas redes sociais, Whatsapp 11 93146-5215.

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Vinhos:

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Cenas da Confraria

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Apoio:

                                                               

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A degustação às cegas apura os sentidos!

Segunda confraria Simples Vinho confirmada! A data mudou em função dos vários eventos de vinho acontecendo em junho – e a gente quer ir em todos!

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A proposta: vamos degustar às cegas 4 vinhos varietais de um mesmo produtor chileno vendidos desde R$45 até R$220 e explorar as diferenças e detalhes de produção que refletem no preço e, espera-se, na qualidade destes vinhos (refletem sim, eu já provei!). Para a degustação utilizaremos a técnica de sistemática de prova de vinhos WSET (Wine & Spirits Education Trust).

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Quando: 4a feira 12/07/2017 às 20hs

Quanto: R$80,00 (confirmação da participação com o pagamento de 50%)

Onde: Forno da Vila

Degustação: 4 vinhos varietais, com ordem crescente de qualidade (e preço) – cortesia da Art des Cave.

Jantar: após a degustação, discutimos a experiência saboreando as deliciosas pizzas da Forno da Vila e conhecendo mais um vinho – o Carmenére Reserva – do mesmo produtor dos vinhos da degustação.

Participantes: 12 pessoas.

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Foi outro encontro muito show: além dos varietais degustados às cegas e que depois descobrimos serem cabernet sauvignon teve um vinho surpresa – um carmenére chileno – e um vinho mega surpresa – um espumante paulista!!! Tudo sob o serviço atento e excelentes pizzas da Forno da Vila. Obrigada a todos que apoiaram e participaram.

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Aqui uma atualização com as fotos (olha que gente feliz!) e, em breve o programa SV#24 contando como foi – vale ficar atento porque vai rolar preço especial!

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Apoio: