´País: Brasil

Uma mini reedição da Confraria Supernatural mas com mais novidades! Da edição original teremos o Eggo Franco, da Zorzal, cortesia mais uma vez do meu (nosso ??) querido Juampi Michelini, que deu uma forcinha junto à importadora Grand Cru para apoiar nosso evento. É um 100% cabernet franc “muy educativo”.

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Contamos também, novamente, com o apoio da Winebrands que, além do malbec The Apple Doesn´t Fall Far From The Tree, do Riccitelli, para a degustação, oferecerá desconto pra quem se apaixonar e quiser levar umas garrafas pra casa.

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Eu e Matías Riccitelli brincando de reproduzir a famosa foto do trasvase de vinhos

Juampi Michelini em um dos ovos de cimento da Zorzal – Foto: areadelvino.com
Uma surpresa disruptiva da Quinta da Figueira: o Rogério vai nos mandar o vinho sem rótulo pra aumentar o suspense!!

Diretamente de Floripa provamos às cegas um vinho disruptivo da Quinta da Figueira. Sem rótulo.  O suspense foi quebrado ao vivo pelo próprio Rogério, que após a degustação revelou que tratava-se do La Purpurata Cabernet Sauvignon-Merlot 2012: uma edição esgotada e vinda diretamente da reserva pessoal do produtor! Muito apreciado por todos. Para conhecer um pouco do trabalho desse jovem e premiado produtor, confira o programa SV#35 – 50 Tons de Vinho. O Rogério também está oferecendo, por tempo limitado, 25% de desconto nas compras no site usando o código SIMPLES VINHO (ordem mínima de R$350,00).

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O quarto vinho vem de vinhedos orgânicos chilenos: Primus The Blend, da Bodega Veramonte no Valle de Conchagua: um corte composto por 25% Cabernet Sauvignon, 25% Carmenère, 25% Syrah, 15% Merlot (esse vindo do Valle do Casablanca, aportando frescor), 5% Cabernet Franc e 5% Petit Verdot que passa 12 meses em barricas de carvalho francês.

 

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Teve vinho surpresa também. O já nosso conhecido Pinot Grigio, da uruguaia Garzón. Foi um sucesso de novo, com sua carga aromática e frescor quebrando a hegemonia dos tintos e o calor da noite paulistana. Nossa maridaje com a pizza de abobrinha e queijo de cabra foi boa, mas todos coincidiram que faltou uma piscina pra ficar perfeita! Falamos desse e outras vinhos da Garzón com dicas de harmonização no programa SV#21. Confira >>

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Vinhos Garzón na nossa primeira confraria

Confira o programa com a Confraria Supernatural >>

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Juampi Michelini e eu #supertiete

Detalhes do encontro:

Quando: 4a feira 17/01/2018 às 20hs
Quanto: R$80,00 (50% na confirmação e 50% na hora)
Onde: Forno da Vila (parceirão!)
Degustação: 4 vinhos diferentões (mas não menos deliciosos) – estilo Supernatural e disruptivo.
Jantar: como sempre, depois da degustação rola uma pizza e boas conversas
Participantes: 12 pessoas
Reservas: falem comigo por aqui, pelas redes sociais, Whatsapp 11 93146-5215.

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Vinhos:

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Cenas da Confraria 17/01/2018

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Apoio:

                                      

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Fabiana Knolseisen, 19/12/2017

Vocês já viram minhas pesquisas e considerações para planejar minha visita ao Vale dos Vinhedos no SV#26. Agora é hora de ver como efetivamente saiu tudo e o que eu faria diferente.

Eu escolhi visitar produtores pequenos cujos vinhos eu teria pouca oportunidade de conhecer aqui em São Paulo. Também porque a visita acaba sendo mais pessoal e legal – como vocês já puderam comprovar nos programas SV#28 – Naturalmente, Eduardo Zenker, SV#30 – Vinificando com Almaúnica e SV#34 – #SQN: Vinícola Valmarino. Também acabei visitando mais gente fora do Vale do que dentro. Vamos às dicas!

Dia#1: Atelier Tormentas (Canela-RS)

Curiosíssima para conhecer este vinhateiro fortemente inspirado na Borgonha e queridinho do Ed Motta, peguei o carro no aeroporto e fui direto para Canela. São apenas 100km mas se leva quase 2h para completar o percurso (estrada simples e com limite de velocidade bem baixo). Pra quem tem tempo, vale ficar um tempinho por aqui e explorar a vizinha Gramado, suas cervejas e chocolates. A cerca de 50km, na cidade Três Coroas, está o templo budista Chagdud Gonpa KHADRO LING, e a uns 100Km o imperdível Parque Nacional de Aparados da Serra e seus impressionantes Cânion Itaimbezinho e Cânion Fortaleza.

Dia#2: Garagem do Zenker (Garibaldi-RS) e Vinícola Valmarino (Pinto Bandeira-RS)

Marco Antônio Salton, na Vinícola Valmarino
O sótão da garagem do Zenker

Mais uma distância de pouco mais de 100km que se leva 2h para percorrer. Lá fui eu encontrar o natureba raíz Eduardo Zenker – aquele cara cujos vinhos de garagem forams apreendidos numa ação meio controversa da INAV. A conversa foi ótima e pode ser conferida no SV#28. Almoço corrido e sem glamour – mas caseiro e gostoso – no Marisa Restaurante e pé na estrada encontrar o Marco Antônio Salton, da Vinícola Valmarino, lá em Pinto Bandeira. 31 km percorridos em 40minutos, sem muito drama seguindo as indicações do Google Maps. Essa conversa rendeu um dos programas mais legais do podcast, o SV#34.

Check in no hotel Super 8, que fica na estrada bem perto de uma das entradas do Vale. É fácil de achar e de chegar, mas… tem um posto da polícia rodoviária bem na saída de Bento Gonçalves! Não houve blitz em nenhum dos dias que eu estive por lá (era baixa temporada).

Jantar no Caldeira, #1 no Tripadvisor e que não decepcionou. Isso sem falar no preço do vinho…

  • Dia#3: Enfim, o Vale! Almaúnica  (Bento Gonçalves-RS) 

Finalmente visitei o Vale dos Vinhedos de fato. A escolhida foi a Almaúnica – motivada pelo syrah, devo confessar, mais que pelas indicações. Me senti em casa: é super moderna, tecnológica e segue a mesma cartilha pela qual aprendi de vinhos! Foi interessante porque as 3 visitas anteriores haviam sido muito distintas: 1 natureba Nutella, 1 natureba raiz e um produtor heterodoxo. Me fez ver que há lugar para todas as filosofias (inclusive o bom e velho “by the book”. Ufa!). Essa visita rendeu um programa e uma Taça.

Almoço na Risoteria Vallontano: é legal porque além de almoçar dá para degustar os vinhos Vallontano e alguns Era dos Ventos (projeto natureba do Luis Henrique Zanini). Para acompanhar o almoço, vinhos direto da lojinha – mas na temperatura certa e com preço da loja: o melhor de dois mundos! Provei e aprovei (e trouxe pra casa) o Cabernet Sauvignon 2008 (R$70).

Jantar hoje no Casa Emiglia. Os preços dos vinhos fazem a gente querer viver aqui!

  • Dia#4: Angheben (Bento Gonçalves-RS) e Vilmar Bettú (Garibaldi-RS)

Mais uma visita no Vale. A Angheben foi escolhida por indicação um certo bairrismo: a família emigrou do Trento, mesma região de onde veio meu sogro. E eles têm teroldego! Mais um papo muito legal (mas esse ainda não rendeu nem programa nem Taça. Estou trabalhando nisso e já atualizo).

Mais uma visita no Vale. A Angheben foi escolhida por indicação um certo bairrismo: a família emigrou do Trento, mesma região de onde veio meu sogro. E eles têm teroldego!

Com Eduardo Angheben

Mais um papo muito legal (mas esse ainda não rendeu nem programa nem Taça. Estou trabalhando nisso e já atualizo).

À tarde voltei a Garibaldi para visitar o Vilmar Bettú – outro micro produtor que faz vinho na garagem e que eu tinha visto no programa Um Brinde ao Vinho. É interessante porque ele faz pouco volume de uma grande variedade de uvas e vinhos. Também aprendi que aparentemente dá pra guardar vinho em garrafa de suco Maguary bem fechada: o volume é menor e a vedação boa. Provei vinhos com mais de 10 anos e que estavam numa dessas garrafas (Betú me explicou que ele vai trocando  o envase conforme o volume vai diminuindo com as degustações) e estava em perfeito estado.

Jantamos novamente no Caldeira: ligamos antes para encomendar o pernil de cordeiro (leva 1h pra ficar pronto se deixar pra pedir na hora).

  • Dia#5:  Compras

Dia da volta. Sábado. Descobri que não há lojas de vinhos: a prática é visitar as vinícolas e comprar por lá mesmo. A alternativa são os supermercados, mas a oferta é muito limitada. O pessoal da recepção do Super 8 me salvou indicando um restaurante na estrada, bem no caminho de volta. Tinha uma variedade legal a bons preços, mas não tinha Almaúnica, Valmarino nem Angheben. Acabou encaixando perfeitamente no meu roteiro! Confira nesta Taça >>.

Simples Vinho Por Taça

  • Importantíssimo: não deixe para comprar vinho no aeroporto!
  • Gostei do hotel: padrão rede (é mais impessoal, mas em compensação não tem erro), café da manhã legal, afastado mas perto de tudo e com boa logística (apesar de vizinho ao posto da polícia!).
  • Esse roteiro, com 6 visitas em 4 dias, para mim é ideal (já meu marido achou um exagero…). Cada um calibra o seu de acordo com as preferências.
  • Recomendo fortemente mesclar o “intensivo em vinhos” com os passeios pelos cânions (para os mais aventureiros), até Torres ou ao Templo Budista.
  • Escolha bem os produtores que pretende visitar. É uma ótima oportunidade para conhecer a mão por trás daquele vinho que te impressionou tanto. Sempre se aprende algo novo.
  • Apesar dos conselhos para visitar alguns produtores “grandes”, eu não teria feito escolhas distintas (talvez excluído a visita ao Bettú). Cada um dos que visitei foi interessante e diferente.

 Fabiana Knolseisen, 16/12/2017

Os vinhos nada loucos ou “difíceis de entender”: agradam ao paladar tradicional e agregam uma pitada de originalidade nas linhas premium. O único vinho da Valmarino que eu conhecia já era um dos meus brasileiros preferidos, mas quando eu fui ver o que acontece por trás das cortinas…

Além de conhecer outras criações interessantes do Marco Antônio Salton conheci também um pouco da sua filosofia original – desde o manejo do vinhedo à técnica de colheita e à vinificação pelo método Ganimede. Dá pra conferir um pouco dessa originalidade nesse programa que, não à toa, foi batizado de #SQN.

De porte médio, com produção anual de cerca de 200 mil garrafas e mais de 10 variedades de uva cultivadas em 16ha no coração da produção gaúcha de espumantes, em Pinto Bandeira. Seu vinho mais famoso é provavelmente o suculento cabernet franc, lançado apenas nos bons anos com etiqueta comemorativa do aniversário de fundação: a edição de 2017 leva o nome XX pelos 20 anos de trabalho.

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Vinhos destacados e originais

A Valmarino produz vinho para todos os bolsos e ocasiões – desde as linhas bag in box, reserva a super premium. Descrevo aqui meus destaques, já comentados no SV#34:


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Extra Brut Tinto: obter um espumante tinto é um desafio – a reunião de acidez, taninos e gás carbônico (todos agressivos ao paladar) pode ser explosiva. E esse é, de fato, um vinho ousado! Corte 50/50 de Pinot Noir e Sangiovese, maceradas com as cascas por 5 dias a 20 graus Celcius, produção pelo método tradicional e 5g/L de açúcar residual pra “dar uma amaciada” mas que quase nem se nota. Harmonização perfeita para pratos gordurosos como costela ou feijoada.

 


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Cabernet Franc: suculento e carnudo – mais parecido com um chileno que com seus conterrâneos na mesma faixa de preço. Preserva as marcas registradas da variedade (especiarias e frutas negras) bem integradas à madeira de tostado forte, marca registrada na linha premium da vinícola. Sou suspeita pra falar do meu vinho brazuca preferido…



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Espumante Extra Brut Valmarino & Churchill: corte tradicional de 90% chardonnay e 10% pinot noir, a originalidade aqui fica por conta da fermentação e maturação de 14 meses em barricas de tostado médio mais 12 meses sur lie. O resultado é um espumante delicado e marcante, perfeito para acompanhar um salmão ao molho de limão.

Esses são meus destaques. Confira na página da vinícola todo o portfólio oferecido, desde a linha bag in box, varietal, reserva e o super premium Reserva da Família >>

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Simples Vinho por Taça

        • Não é necessário agendar para fazer as degustações, que acontecem em horário comercial
        • Bom de comprar: os preços na vinícola são melhores que os do site
        • Vale provar o vinho do bag inbox e, gostando, levar pra casa: a durabilidade após aberto é bem maior que a dos vinhos de garrafa e o preço, a metade!
        • A Valmarino fica em Pinto Bandeira. Dá pra aproveitar a “pernada” e visitar também a Geisse (mas é tão pertinho do Vale dos Vinhedos que nem precisa se planejar muito)
        • Aproveite conferir o “dedinho de prosa” que eu gravei com o Marco Antônio e ouça diretamente dele as explicações sobre suas técnicas e filosofias originais aqui

Confirmado nosso encontro com alguns vinhos de verão! Brancos, rosados e espumantes harmonizam com o calor e … comida japonesa!

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Será uma ótima oportunidade para comparar variedades, estilos e terroirs e treinar o paladar numa degustação às cegas. Qual será o vinho que melhor combina com o verão ?

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Ainda estou escolhendo os vinhos para o evento, mas alguns já estão definidos: provaremos um blanc de noir (vinho branco de uva merlot!) e um pinot grigio da brasileira Dunamis e um rosé de dupla poda / vinho de inverno da paulista Casa Verrone. Os convidados internacionais serão o Latido de Sara – um garnacha branca de Navarra, na Espanha, cortesia da importadora Belle Cave – e, se meus planos derem certo, um pinot noir chileno, leve e frutado como um pinot deve ser. Tem que conferir!

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Vinhos:

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Vou atualizando o post conforme for confirmando os vinhos e o local.

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Confira também nosso último evento >>

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Quando: 4a feira 28/02 às 21hs

Onde: na Vila Mariana (restaurante ainda a definir)

Vinhos e picadas: serão 5 vinhos harmonizados com sushis, sashimis e afins

Valor: vai depender da definição do local (estimativa R$90)

Participantes: 12 pessoas.

Reservas: aqui pelo site, redes sociais ou WhatsApp 11 93146-5215.

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Apoio:

                         

 

Fabiana Knolseisen, 16/11/2017

Dona do único syrah no Vale dos Vinhedos, a Almaúnica é um investimento moderno (2008) mas de gente com larga tradição no Vale: os irmãos Magda e Márcio Brandelli, filhos de Laurindo Brandelli, proprietário da Don Laurindo. A proposta dos irmãos é concentrar-se na produção de vinhos finos, de boutique e obtidos exclusivamente a partir do mosto flor (aquele obtido quase sem espremer a uva), com barricas de no máximo 3 usos.

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A visita é uma aula de enologia do jeitinho que eu aprendi na escola. Quem não puder ir pode ter um gostinho neste programa. mas quem puder, não deixe de visitar: além da aula e dos vinhos caprichados, o equipamento é todo novinho, de primeira e o local super agradável. Até o final de 2018 já deve entrar em operação o restaurante com vista para o pôr-do-sol.

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Vinhos destacados:

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Quatro Castas 2014 (linha Super Premium): esse sim, provei, gostei, comprei e trouxe pra casa! Saía R$105 (em julho/2017). Composto por merlot, malbec, cabernet sauvignon e, claro, syrah, a passagem de 25 meses por carvalho americano e francês está muito bem integrada. Os aromas são bem especiados e remetem a fruta vermelha. Em boca é um vinho carnudo (13,5% de álcool), profundo, multidimensional, de longa persistência mas com taninos muito redondos, nada agressivos. Muito boa pedida!

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Syrah 2014 (linha Reserva): 20 meses de passagem por barricas muito bem integrados ao vinho – uma característica dos tintos da Almaúnica. Aromas especiados e notas de canela, côco e baunilha, corpo médio e acidez média+. Por R$85.

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Chardonnay 2016 (linha Super Premium): foi meu preferido! Bem concentrado, corpo cremoso mas acidez nítida, realçada pela mineralidade, aromas cítricos e a notável madeira, fruto dos 16 meses em barricas: pêssego, abacaxi, cravo, baunilha. Por R$85 é perfeito para acompanhar um salmão al limone.

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Simples Vinho por Taça

        • Não é necessário agendar para fazer as degustações, que acontecem em horário comercial (fecha para almoço durante a semana)
        • As visitas guiadas têm horário fixo. Consulte >>
        • Não degustei os 2 ultra premium da casa, mas cito aqui como referência: são o Syrah 8 anos (safra 2013, 24 meses em carvalho, apenas 2.150 garrafas produzidas – todas numeradas) e o Parte 2 (safra 2012, merlot D.O. Vale dos Vinhedos – com 15% de cabernet sauvignon –  e 30 meses em barricas francesas novas).
        • Também provei, da linha reserva, o cabernet sauvignon, o malbec e o merlot D.O.. Me chamou muito a atenção a acidez do Malbec, diferenciando-o dos argentinos aos quais estamos tão acostumados e distinguindo o terroir brasileiro. É uma prova interessante!
Vinhos Casa Verrone – degustação na Epamig
Fabiana Knolseisen, 08/11/2017.

Talvez tenha te passado despercebido, mas não devia. Apesar de grande parte da atenção da mídia, especializada ou não, estar badalando a (nem tão nova) técnica da dupla poda, a Casa Verrone seguia sendo pouco conhecida pelos apreciadores de vinhos. Isso vem mudando com velocidade impressionante graças às premiações que a vinícola paulista vem coletando (Chardonnay Speciale 2015 foi o melhor chardonnay na Grande Prova Vinhos do Brasil 2016 e o Syrah Speciale 2015 o melhor tinto brasileiro na Expovinis 2017). A parte chata desse merecido reconhecimento é que os vinhos, de produção limitadíssima, vêm se esgotando rapidamente e os preços, consequentemente, subindo.

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Com sede em São José do Rio Pardo e vinhedos em Itobi, o projeto nasceu do encantamento de Márcio Verrone com o mundo dos vinhos e produziu seu primeiro “fruto” em 2010 com o apoio da Epamig. Para saber mais sobre a dupla poda e os vinhos de inverno, confira o SV#25.

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Ainda não há estrutura turística, mas os vinhos podem ser adquiridos diretamente com a vinícola ou algumas poucas lojas (encontre com o wine-searcher) e restaurantes.  Eu fiz questão de trazer o espumante Brut pra Confraria#002 e foi um super sucesso! Pessoal se organizou e comprou 3 caixas! Confira no SV#24 e nas minhas notas de degustação:

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  • Brut, Casa Verrone: corte típico dos champanhes, com chardonnay (75%) e pinot noir (25%) colhidas no ciclo normal (não é dupla poda!) num vinhedo localizado em Divinolândia, esse Brut ultra cremoso, fruto dos 2 anos sur lie. Os 9,5g/l de açúcar residual perfeitamente balanceados pela acidez tensa, borbulhas ultra finas, abundantes e persistentes. Um achado na faixa de R$50! – e Paulista, meu!!!
  • Speciale Syrah 2015, Casa Verrone: Eleito melhor tinto brazuca na Expovinis 2017, este vinho de inverno mostra aromas de amoras e especiarias, na boca é elegante e bastante picante, com passagem marcante mas não agressiva. Acompanharia muito bem uma picanha suína na mostarda.
  • Sauvignon Blanc 2016, Casa Verrone: assim como o syrah, o sauvignon blanc vem produzindo ótimos vinhos de inverno na serra paulista. Este aqui não decepciona: com acidez média e aromas cítricos e de maracujá.
  • Rosé Syrah 2016, Casa Verrone: Esse rosé eu provei recém engarrafado – na foto dá pra ver que nem tinha rótulo ainda! O aroma adocicado engana: é bastante gastronômico, com acidez média alta e até um pouco tânico. Eu acompanharia um filé de St. Peter a belle meunière.

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Simples Vinho por Taça

  • Vale tentar comprar direto com a vinícola. A partir de 1 caixa já dá pra chorar um frete grátis >>
  • Eu explico a dupla poda e falo das vinícolas e vinhos paulistas no SV#25. Vale conferir!
Fabiana Knolseisen, 23/10/2017

Quem visita o Vale dos Vinhedos chega aqui atrás dos vinhos, gastronomia e lindas paisagens. Visitar as vinícolas é obrigatório, tanto para conhecer seu produtor preferido como para escolher umas garrafinhas para abastecer a adega em casa. Como é inviável ir a todas, eu tive que dar um jeitinho para trazer para casa uma amostra variada com bons  preços e mais: aberto aos sábados!

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Sim, isso quase se transformou num trauma quando eu me vi na sexta-feira à noite, me organizando para a volta no dia seguinte, e descobri que NÃO HAVIA LOJAS DE VINHOS EM BENTO GONÇALVES QUE ABRISSE SÁBADO! Quem me deu a dica foi o pessoal do hotel e estou aqui compartilhando.

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O Del Filippi é um restaurante e fica na RS470, na saída de Beto Gonçalves e caminho de volta a Porto Alegre. Não tem tudo, claro, mas tem os maiores a ótimos preços. Aliás, os preços dos vinhos nos restaurantes de Bento me fizeram considerar seriamente a possibilidade de morar lá: praticamente os mesmos preços que a gente paga nas vinícolas – i.e., mais barato que muita loja de São Paulo e até de Porto Alegre! Eu ganhei desconto de 15% no preço do menu, então deve ter saído quase igual a ter comprado na vinícola.

 


Simples Vinho por Taça

  • Nem pense em deixar pra comprar vinho na loja do aeroporto: tem boa variedade, mas os preços são piores que os daqui de São Paulo! Por exemplo, o Syrah Reserva Almaúnica, que custa R$80 reais na vinícola sai a inacreditáveis R$140 no aeroporto!
  • Como é um restaurante, você sabe que os vinhos estão bem armazenados. Acho mais confiável que supermercado (que além de tudo tem variedade sofrível).
  • Tecnicamente, o restaurante está fechado no sábado de manhã, mas eu cheguei umas 10h30 e fui entrando sem nenhum problema. O pessoal já está a todo vapor trabalhando.
  • Se preferir, entre em contato com eles antes >>
  • No restaurante eles embalaram meus vinhos em caixas e fecharam com fita adesiva, mas no aeroporto eu tive que embalar as caixas para despachar (para que eventuais quebras não manchassem todas as malas do avião). As minhas caixas eu embalei num saco de lixo que a faxineira me conseguiu! Aquele pessoal que embala mala com plástico cobra R$60/caixa!

Há tempos eu namorava essa ideia de uma confraria Supernatural e, para comemorar 1 ano do programa no ar, consegui – com muito apoio – reunir alguns dos vinhos mencionados no SV#18.

A primeira definição tinha quer ser Eggo Franco, da Zorzal. Eu fazia questão em apresentar para vocês pelo menos 1 Michelini, e esse aqui foi escolhido pelo próprio Juampi Michelini, que deu uma forcinha junto à importadora Grand Cru para apoiar nosso evento. É um 100% cabernet franc “muy educativo”.

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A Winebrands também nos apoiou. Além do malbec The Apple Doesn´t Fall Far From The Tree, do Riccitelli, para a degustação, ofereceu desconto pra quem se apaixonou e quis levar pra casa.

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Eu e Matías Riccitelli brincando de reproduzir a famosa foto do trasvase de vinhos


Juampi Michelini em um dos ovos de cimento da Zorzal – Foto: areadelvino.com

Pablo Fallabrino explicando seu Ripasso em minha primeira visita ao Viñedo de los Viientos

Diretamente do Uruguai chegou nosso Unum, cortesia da Bodega Chiappella e da colega e sommelière Anto De Ambroggi, que fez a gentileza de nos trazer, pessoalmente, esse vinho ainda sem importador por aqui. É um co-fermentado das 7 variedades plantadas pela bodega, cheio de significados e simbolismos que eu comentei neste post.

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Também uruguaio, o Ripasso de Tannat da Viñedo de los Vientos completa o grupo. Trata-se de um vinho inspirado no Ripasso dela Valpolicella, em que as cascas das uvas utilizadas na produção de Amarone ou Recioto são “repassadas” para fornecer cores e taninos adicionais a um vinho valpolicella. O toque supernatural fica por conta da uva escolhida: a tannat, emblemática do Uruguai. Para provar o Angel´s Cuvee na degustação, contamos com o apoio da Wine, a importadora brasileira.

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E como já vem sendo tradição nas Confrarias, tivemos um vinho surpresa. Foi com o apoio da Vinícola Valmarino que provamos o Extra Brut Tinto – Supernatural por ser um espumante tinto e ainda com a uva italiana sangiovese, num corte 50/50 com a tradicional pinot noir. mas inspirados nos portugueses da Bairrada e Távora-Varosa. Lá eles acompanham o famoso Segredo de Porco Preto. Por aqui o desafio é encarar uma feijoada – será?

 

Confira o programa >>

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Juampi Michelini e eu #supertiete

Detalhes:

Quando: 4a feira 30/08/2017 às 20hs
Quanto: R$80,00 (50% na confirmação e 50% na hora)
Onde: Forno da Vila (parceirão!)
Degustação: 4 vinhos diferentões, ao estilo Supernatural.
Jantar: como sempre, depois da degustação rola uma pizza e boas conversas
Participantes: 12 pessoas
Reservas: falem comigo por aqui, pelas redes sociais, Whatsapp 11 93146-5215.

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Vinhos:

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Cenas da Confraria

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Apoio:

                                                               

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A degustação às cegas apura os sentidos!

Segunda confraria Simples Vinho confirmada! A data mudou em função dos vários eventos de vinho acontecendo em junho – e a gente quer ir em todos!

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A proposta: vamos degustar às cegas 4 vinhos varietais de um mesmo produtor chileno vendidos desde R$45 até R$220 e explorar as diferenças e detalhes de produção que refletem no preço e, espera-se, na qualidade destes vinhos (refletem sim, eu já provei!). Para a degustação utilizaremos a técnica de sistemática de prova de vinhos WSET (Wine & Spirits Education Trust).

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Quando: 4a feira 12/07/2017 às 20hs

Quanto: R$80,00 (confirmação da participação com o pagamento de 50%)

Onde: Forno da Vila

Degustação: 4 vinhos varietais, com ordem crescente de qualidade (e preço) – cortesia da Art des Cave.

Jantar: após a degustação, discutimos a experiência saboreando as deliciosas pizzas da Forno da Vila e conhecendo mais um vinho – o Carmenére Reserva – do mesmo produtor dos vinhos da degustação.

Participantes: 12 pessoas.

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Foi outro encontro muito show: além dos varietais degustados às cegas e que depois descobrimos serem cabernet sauvignon teve um vinho surpresa – um carmenére chileno – e um vinho mega surpresa – um espumante paulista!!! Tudo sob o serviço atento e excelentes pizzas da Forno da Vila. Obrigada a todos que apoiaram e participaram.

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Aqui uma atualização com as fotos (olha que gente feliz!) e, em breve o programa SV#24 contando como foi – vale ficar atento porque vai rolar preço especial!

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Apoio:

                             

 

 

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A ideia é, sempre, simplificar. Vou reunindo aqui os eventos à medida em que tomo conhecimento e fica fácil consultar se vai rolar alguma coisa por perto. Contribuições são mais que bem-vindas!

 

Fevereiro/2018

  • 28/08/2018 – São Paulo: Confraria Simples Vinho #04 >>
  • 21/02/2018 – São Paulo: Degustação Belle Cave >>

Janeiro/2018

  • 17/01/2018 – São Paulo: Confraria Simples Vinho #05 >>

Dezembro/2017

  • 09/12/2017 – Curitiba: Encontro de Vinhos >>

Novembro/2017

  • 18/11/2017 – S. Bernardo: Vinhos Orestiadi >>
  • 23/11/2017 – São Paulo: 2º Summer Wine Festival Empório HortiSabor >>
  • 24/11/2017 – São Paulo: Celebre Experience (degustador por 1 dia) >>
  • 29/11/2017 – São Paulo: Grande Degustação Belle Cave >>
  • 30/11/2017 – Rio de Janeiro: Grande Degustação Belle Cave >>

Outubro/2017

  • 28/10/2017 – São Paulo: International Tasting – Revista Adega >>
  • 27 e 28/10/2017 – Degustação Wine Lounge >>

Setembro/2017

  • 11/09/2017 – Recife: Vinhos do Alentejo >>
  • 14/09/2017 – Rio de Janeiro: Vinhos do Alentejo  >>
  • 19/09/2017 – Curitiba: Vinhos do Alentejo  >>
  • 21/09/2017 – São Paulo: Vinhos do Alentejo  >>

Agosto/2017

  • 19/08/2017 – São Paulo: Naturebas 2017 >>
  • 30/08/2017 – São Paulo: Confraria #03 – Supernatural >>

Julho/2017

  • 06 a 09/07/2017 – São Paulo: Wine Weekend >>
  • 12/07/2017 – São Paulo: Confraria Simples Vinho >>
  • 13/07/2017 – Porto Alegre: Introdução ao Mundo do Vinho (Grand École) >>
  • 15/07/2017 – Campinas: Encontro de Vinhos >>
  • 27/07/2017 – São Paulo: Vinhos do Velho Mundo >>
  • 27/07/2017 – São Paulo: Tour de France – Côtes du Rhône (tel.: 3572-2377)
  • 29 e 30/07/2017 – Rio de Janeiro: VINIBRAEXPO2017 >>

Junho/2017

  • 05/06/2017 – Rio de Janeiro: Grand Tasting Gran Cru >>
  • 05 a 11/06/2017 – São Paulo: Wine Week >>
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  • 13 ou 27/06/2017 – São Paulo: A Região de Bordeaux (Grand École) >>
  • 20/06/2017 – Rio de Janeiro Paulo: Região do Chile (Grand École) >>
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  • 22/06/2017 – Uberlândia: A Região de Bordeaux (Grand École) >>
  • 29/06/2017 – Ribeirão Preto: A Região de Bordeaux (Grand École) >>
  • 30/06 a 02/07/2017 – São Paulo: Festa do Vinho Eataly >>
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Última atualização: 20/10/2017